quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Irresponsabilidade Religiosa

Como eu sempre deixei claro, eu sou ateu. Considero que considerar (ficou bonito, heim?) a capacidade racional e de percepção de passagem do tempo humana como "alma imortal" é um erro grotesco. Mas para esse post em específico eu considerarei que a alma, no sentido religioso, existe e que ela é imortal e eterna. Por eterna eu considero no entendimento literal da palavra ou como proporção em relação ao tempo de vida. Se sua religião considera que todo o universo e as almas são destruídos quando o deus que sonha o universo acorda, considero que uma existência terrena de 100 anos (sim, exagerado para cima) é uma mera partícula na existência de 13.000.000.000 de anos do universo, tornando a alma eterna em relação a uma existência carnal, ou seja, a única que pode-se ter certeza absoluta.

Então, clarificado que, para esse post, considero verdadeira a existência carnal de 100 anos de E a existência de uma alma eterna, darei sequência à explanação.

Quando seu corpo, cujo tempo de existência é insignificante em comparação ao tempo de existência de sua alma, tem um problema, você procura um médico. Pensemos porque procura-se um médico, ou seja, o que é um médico.

Médico é uma pessoa que estudou para conhecer os sintomas, as doenças e o tratamentos a essas doenças. O médico que você procura não apenas estudou 6 anos na universidade como, em vários casos, fizeram especializações (residências) de, ao menos, 2 anos. Ou seja, no Brasil, um Clínico Geral estudou 8 anos para te atender. O que ele estuda? Estuda o resultado de pesquisas científicas sobre a anatomia humana e de patógenos, suas regularidades e irregularidades e dos tratamentos. Parte desses tratamentos são remédios alopáticos, estudados e criados por químicos, médicos e farmacêuticos. O remédio alopático é aprovado quando o grau de sucesso percentual no tratamento substancialmente maior que o resultado do tratamento com placebo.

Em outra palavras, você procura um profissional cuja profissão é EMBASADA em PESQUISAS CIENTÍFICAS que demonstram que a conjunção de determinados sintomas são sinais de uma determinada doença que é melhor tratada por um determinado remédio, isso tudo com comprovações estatísticas acessíveis.

Já quando você decide cuidar de sua alma eterna, quais são suas exigências? NENHUMA! Você não exige que aquele que tenta te convencer que aquela é a verdade te mostre dados confiáveis. Darei um exemplo mais claro:

Suponhamos que todas as religiões do mundo se resumam a 3: cristianismo, islamismo e espiritismo. Então, a escolha de uma dessas religiões determina o que acontecerá com você, considerando que só possa existir uma religião verdadeira.

No caso, eu escolhi, de propósito, duas religiões que possuem inferno e uma reencarnacionista. No caso, você tem apenas 33,33% de chance de não condenar sua alma eterna ao inferno, ou seja, escolhe a religião verdadeira. Apenas para dar um pequeno vislumbre, dê uma olhada na lista de religiões e na lista de mitologias da Wikipedia. Se você considerar apenas essas possibilidades como as que existem ou já tenham existido e que todas as que existem e que já tenham existido tenham sido registradas, então, considerando apenas as 45 religiões abraâmicas listadas, sua chance de escolher a correta é de 2,22%, ou seja, você possui 97,78% de chance de escolher a religião errada. Em outras palavras, você possui 97,78% de chance de estar cuidando de uma forma muito imprópria de sua alma imortal. E a menos a religião verdadeira seja o Espiritsmo, o Cao Dai ou o Iazdânismo que são as únicas religiões reencarnacionista das 45 citadas na lista de religiões, você simplesmente não terá uma segunda chance de acertar. Em resumo, se uma dessas 3 não forem a religião verdadeira, você tem realmente apenas 2,22% de chance de ir para o local que vão aqueles que deixam deus irado,

E como se escolhe a religião que se seguirá? Ou segue-se a dos pais, ou busca-se aquela cujos dizeres mais te contenta. Mas, em qualquer um desses casos, não se possui a menor indicação, seja probabilística ou lógica, de estar-se fazendo a escolha pela religião verdadeira.

A Irresponsabilidade Religiosa que dá nome a este post encontra-se exatamente no fato e exigir testes e comprovações para cuidar de algo que dura 100 anos (o corpo), mas exigir exatamente nenhum tipo de teste ou comprovação para cuidar de algo que dura eternamente. E isso é uma irresponsabilidade ENORME em relação a si mesmo.

Cabe a cada religioso confrontar seu sacerdote ou seu livro sagrado por esses dados, testes e comprovações. Se o confronto não resultar na demonstração factual de ser a sua religião a verdadeira, continuar nela passa a ser nada mais que um ato de irresponsabilidade com sua alma eterna.

sábado, 10 de dezembro de 2011

My Way

Mary Schimidt, colunista do Chicago Tribune, sugere que todos aqueles que possuem mais de 26 anos experimentem escrever um discurso de formatura como se fosse o orador. Ela mesma fez a experiência e escreveu um texto que ficou famoso no mundo inteiro: Wear Sunscreem (Use Filtro Solar). Agora, aos 32 anos, estou terminando a faculdade e não sou o orador da turma, mas seguirei o conselho dela e escrevo aqui aquele que seria o meu discurso, caso eu fosse o orador.


My Way


"And now, the end is near, so I face the final curtain". Com os versos escritos por Paul Anka e imortalizados por Elvis Presley e Frank Sinatra eu começo esse discurso que encerra este curso superior. Esse discurso é a última palavra daqueles que ainda não obtiveram a titulação, mas que estão prestes a fazê-lo.

O curso de Tecnologia em Processos Gerenciais do da Faculdade de Tecnologia do SENAI MG preocupa-se em ensinar aos educandos, da melhor forma possível, como gerenciar processos produtivos, iniciando no marketing e passando pelos processos financeiros, logísticos, legais e de gestão de pessoas.

Pessoas estas que são o fim de qualquer processo educativo. Pessoas que riem, que choram, que amam, que odeiam, enfim, que vivem.

E o que é a vida? A vida não é mais que uma infindável cadeia de processos, descritíveis ou não, ao redor de cada um de nós. Peço a todos que agora olhem para a sua esquerda [pequena pausa], para sua direita [pequena pausa], para frente e para trás [pequena pausa], e percebam que que aquela pessoa que está ali, a conheça você ou não, passou por infindáveis processos que a trouxeram até aqui, ao seu lado. E significa também que algum desses processos vocês compartilham. Algum processo anterior a este e que compartilham este processo de colação de grau.

A vida, meu amigos, é um macroprocesso maravilhoso. É bela, é rara e é gostosa. Viver é uma experiência fantástica cujo maior desafio é aprender a gerenciar os processos de nossa própria vida. É aprender a lidar com as pessoas que amamos, com aquelas que não amamos e com a mais difícil de todas, nós mesmos.

Peço que agora não olhem para os lados, para frente ou para trás, mas olhem para dentro [pequena pausa]. O que os trouxeram até aqui? De alguma forma foi a sensação de que, por algum motivo, queriam compartilhar esse momento com as pessoas que ali estão [aponta para os formandos], e, acreditem, somos gratos por isso.

Entre trancos e barrancos vamos passando pelos processos da vida, sorrindo, chorando, amando e odiando, enfim, vivendo, e esses processos nos trouxeram até aqui, e nos levarão além.

Agradecemos do fundo do nosso coração a todos, aos professores pelos ensinamentos e cobranças, aos funcionários pela presteza, aos colegas pelo companheirismo e, aos entes amados, que lá estavam nos melhores e nos pioremos momento, nos ajudando a levantar quando caíamos e nos ajudando a sermos cada vez melhores, dedicamos não só nossa gratidão, mas nosso amor e nosso carinho.

Exaltando aqueles que vieram antes e homenageando os formandos, deixo todos com as palavras de Paul Anka interpretadas por Frank Sinatra.

Obrigado!


terça-feira, 24 de maio de 2011

Um, com o todo!

Quanto mais eu leio, quanto mais eu ouço, quanto mais eu observo, quanto mais eu penso, mais e mais eu percebo o quanto o ser humano é medroso de se perceber como é.

Criamos, reciclamos e recriamos, durante nossos poucos milênios aqui, uma infinidade de mitos para fugir do que somos. É muito blablabla sem nenhum resultado. Ou mais acuradamente dizendo, nas melhores das hipóteses, sem nenhum resultado.

Sim, eu estou falando de mitos da criação. Não importa qual mito você siga, para os fiéis é uma forma de se sentir conectado com algo maior, para os sacerdotes, um modo de vida financiado pelos fiéis. Considero simplesmente crer em um mito da criação extremamente viável para homens da idade do bronze e para aqueles que, após a era do bronze, não tiveram acesso a informação e conhecimento.

A crença em um ou mais deus(es) não supre a necessária curiosidade de uma mente investigativa. Sempre, no final, depara-se com perguntas do tipo: e quem criou deus? e quem criou o caos da onde surgiu a vaca que deu a luz a Odin? E por aí vai. Pois, qualquer que seja o mito, sempre teve algo que sempre existiu: deus, o pai de deus, o caos, o vazio, o todo ou qualquer outra coisa ou ente que sempre esteve ali.

A ciência, por si, também tem seu limite de explicação. Não conseguimos, ainda, nem entender o que ocorreu no momento do Big Bang. Estamos tentando, com o LHC, chegar até ele. Se um dia chegarmos, não significa que conseguiremos entender tudo o que veio antes. Não significa, inclusive, que teremos como saber se existia algo antes.

Porém, ao olhar para o céu, ver a lua cheia, ou na falta da lua, ver as estrelas, e entender que em algum lugar ali houve uma vez uma estrela que explodiu e outra e outra, que tinham surgido de outras estrelas ainda, e assim vai, até que, voltando ao passado, toda a energia que hoje me compõe, que são meus átomos, minhas energia, meu pensar, minha raiva, minha fome, meu amor e meu ódio, tudo aquilo que eu simplesmente sou pode ser traçado até aquele ponto único, aquela singularidade, aquele ínfimo início do nosso universo. E eu, nesse momento, sou um, com o todo; sem deuses, sem mitos, sem vergonha, sou parte de um universo belo, complexo e com um sem número de possibilidades maravilhosas a explorar.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Eleições - Uma outra análise é possível

Eu acho bem interessante observar os dados da eleição. Principalmente aqueles que não são divulgados pela mídia.

Qualquer um pode ir ao site do TSE e buscar os dados na parte de divulgação. Mas poucos vão lá e poucos observam qualquer coisa a mais do que quem ganhou ou quem foi para o segundo turno. Nesse post analisarei os dados de quem não votou.

Para tanto, mostrarei alguns dados disponíveis no supracitado site de divulgação:

Eleitores Cadastrados: 135.804.433
Abstenções: 24.609.827
Votos Válidos: 101.589.387
Votos Inválidos: 9.603.521, dos quais:
Votos Brancos: 3.479.332
Votos Nulos: 6.124.189
Dados com 99,99% das urnas apuradas em 04/10/2010 às 13:10h

Por um motivo ou outro, 34.210.684 de eleitores não somam o montante de 101.585.646 votos válidos. Isso significa que 25,19% do eleitorado ou estavam fora do seu domicílio eleitoral ou tinham coisa melhor que fazer e depois resolveriam com a justiça eleitoral (abstenções) ou acham que qualquer um dos candidatos servem (votos brancos) ou acreditam que nenhum dos candidatos serve (votos nulos).

As abstenções, que somam a maior parte dos eleitores que não são computados para definir os vencedores do certamen eleitoral podem ser divididos em dois grandes grupos: o primeiro é o das pessoas que estavam viajando, a trabalho ou laser, e ou não podiam votar em trânsito por não estarem na capital de um estado, ou não quiserem se inscrever para votar em trânsito; e o segundo são as pessoas que se mudaram para longe de seu domicílio eleitoral e não mudaram o domicílio e não se dispuseram, por um motivo ou outro, a voltarem para seus domicílios. É importante marcar que, em qualquer um desses casos, a maioria simplesmente não se importa o suficiente para se esforçar para votar.

Para deixar mais claro, um em cada quatro brasileiros simplesmente não se dispuseram a votar em qualquer candidato que fosse. Para mim, esse número deve trazer uma discussão séria sobre o processo eleitoral. E digo mais: algumas mudanças são urgentes, como tornar o voto facultativo. Para cargos do legislativo, não deveria haver campanha de candidatos, apenas de partidos, pois o STF (Supremo Tribunal Federal) já decidiu que o mandato é do partido, uma vez que o candidato só entra se o partido ou coligação que ele faz parte tiver votos suficientes para, na formulação do quosciente eleitoral conquistar pelo menos uma vaga. Mais que isso, depois de empossado ele deve votar no que o partido determina, sob pena de, se reiteradamente descumprir isso, ser expulso do partido e perder o mandato.

Esse dois acabariam com o voto que não é consciente, ou seja, todo voto definido através de qualquer forma que não o estudo da história e das propostas de cada candidato. Isso não significa, de forma nenhuma, acabar com votos bracos e nulos, os quais pode, sim, serem conscientes.

Ao contrário, significa que cada voto realmente terá valor por aqueles que comparecerem às urnas o farão de bom grado e real vontade própria, o que anão aocntece hoje, que vai-se às urnas para não se sofrer sanções do estado. São exatamente essas sanções que transformam o voto em dever, tirando dele o status de direito.

Mais que isso, quando observamos os dados com os candidatos e jogamos os percentuais considerando não apenas os votos válidos, mas todo o universo de eleitores cadastrados:

100,00% Votos Possíveis: 135.804.433
25,19% Votos não-contabilizados: 34.213.348 (abstenções, brancos e nulos)
35,09% Votos em Dilma: 47.651.108
24,40% Votos em Serra: 33.131.867
14,46% Votos em Marina: 19.636.335
Os demais candidatos não atingiram 1,00% cada.

Fica claro que, dentro de todo o universo de eleitores cadastrados, apenas um candidato possui mais votos que a soma das abstenções, votos brancos e votos nulos; e que, mesmo assim, possui pouco mais de um terço desses.

Reparem, também, que se considerado todo o universo de eleitores cadastrados, a diferença entre os candidatos cai, e pode-se ver claramente a porcentagem de eleitores que realmente preferem um ou outro candidato, diminuindo de 14% para 11% a diferença entre Dilma e Serra e de 13% para 10% a diferença entre Serra e Marina.

O que esses números realmente querem dizer cabe a cada um decidir, mas, para mim, eles dizem que é extremamente necessário pensar e mudar nosso sistema eleitoral.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

"Sobre mim"

Durante muito tempo esse foi o meu "Sobre mim" do meu perfil do Orkut. Agora acho que ele não cabe mais lá. Não me sinto mais como o Charlie Brown, e muito disso deve-se a eu ter encontrado a minha garotinha ruiva. Torço para que cada um encontre a sua e tenha uma vida boa, longa e saudável.

"Algumas pessoas dizem que tenho gosto refinado. Talvez seja verdade, mas eu gosto e Rogério Skylab e U.D.R. Eu gosto de macarrão, de sentar na praça e olhar o tempo passar ouvindo passarinhos que nunca verei. Gosto de sentar pra conversar sobre nada e sobre tudo. Gosto de ouvir. Gosto de sentir. E às vezes me sinto como Charlie Brown. Ultimamente me sinto mais como ele do que como eu mesmo. Eu gosto do jazz dos desenhos dele. E gosto do Snoop e do Woodstock. E todo ano eu espero ganhar cartão de dia dos namorado da garotinha ruiva, acertar a bola no futebol e ganhar no acampamento de verão. Pelo menos, tem o jazz. Eu gosto de pensar. Mas isso dói. E dói muito. Mas aprendi que há momentos pra não pensar, mas para sentir. Então eu recusei qualquer tipo de entorpecente. Não bebo, não fumo, não cheiro, não injeto. Eu sinto. Eu sinto o que há de bom para sentir. E o que há de ruim. Em dias para rir, eu rio. Em dias para chorar, eu choro. E ultimamente tenho tido mais dos últimos do que dos primeiros. Mas tento, me esforço, para sempre, mesmo que por motivos fúteis, dar um sorriso ao dia. Eu gosto de abraços. De dar abraços, de receber abraços. E poesia. Eu adoro poesia. Ela diz o que eu não sei expor de forma lógica. Eu ainda espero a cartão da garotinha ruiva. Nos dias de chuva, espero o carteiro. Ele não vem. Nos dias de sol, vou passear. O cartão não chega. Então eu saio e vejo o mundo. E encontro pessoas. E sinto. Sabe, essa Pat Pimentinha me faz bem. Eu gosto dela. Pena que ela não gosta de mim como eu gosto da garotinha ruiva..."

domingo, 16 de maio de 2010

Ao Léo

A vida, como eu já disse, é uma grande estação rodoviária. Alguns vem, outros vão e alguns ficam algum tempo.

Com passagem marcada há algum tempo, ele se recusou a embarcar e viveu o que pôde nessa grande rodoviária. Lutou muito contra os males do corpo e manteve a esperança quando tudo parecia perdido. Assumiu riscos e ganhou.

E quando ganhou nos deu o maior presente que podia, sua companhia pelo maior tempo possível.

Mas o tempo passa e, como um cobrador, exige que embarquemos e sigamos viagem para um destino que nem sabemos se existe.

Se existir, nos encontramos lá, ao léu.

Obrigado!

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Sobre TI e Meio-Ambiente

O Green Peace internacional soltou outra pesquisa sobre empresas de Tecnologia da Informação (TI) e como sua forma de produção afeta o meio-ambinete.

A primeira é o Guide to Greener Eletronics, que avalia as maiores empresas de procução de equipamentos de TI. Ele avalia apenas a forma de produção, observando como as empresa lidam com efluentes químicos, como é sua matriz energética e outros tópicos relevantes. Esse guia já se encontra em sua 14a edição.

Agora é o Cool It, em sua terceira edição, que avalia sob outros aspectos as principais empresas de TI do mundo, não importando seu ramo, se equipamento ou programa (hardware e software).

Abaixo segue o rank Cool It. O GreenPeace lançou-o por ordem alfabética. Eu o coloquei em ordem de posicionamento. A classificação vai de 0 a 100 e quanto maior a nota, melhor.

Cool It GreenPeace Rank

PT EMPRESA
62 Cisco
53 Ericson
42 IBM
41 HP
36 Fujitsu
33 Google
31 Microsoft
28 Dell
27 Intel
22 Nokia
SAP
Toshiba
18 Sharp
16 Sony
14 Panasonic

Procure sua empresa preferida e compare o rank dela com o da concorrente e descubra o quanto você apóia, através do seu consumo, a manutenção ou a destruição de nosso planeta. Faça esse exercício de auto-conhecimento e, se achar interessante, mude para um fornecedor mais bem classificado.

Fontes:
Cool It LeaderBoard
Guide to Greener Eletronics