quarta-feira, 17 de março de 2010

Go, Go, Tux, Go!


O governo de Luis Inácio Lula da Silva, como a maioria dos governos, apresenta coisas boas e ruins. Nem o mais apaixonado lulista pode, em sã consciência, dizer que ele acertou em tudo e nem o mais apaixonado anti-lula pode dizer que ele errou em tudo.

Entre todas as coisas que aprovo e disaprovo do governo dele, vou escrever sobre esta: Linux. Não apenas linux, mas soft livre e de código aberto.

Esse governo investiu e tem investido pesado em desenvolvimento de soft livre e de código aberto. E isso é muito importante.

Antes de mais nada, essa atitude leva a indústria de desenvolvimento de software do Brasil, saindo do setor de comércio, ao setor de serviços. Isso é mercado moderno, contempoâneo. Não vende-se mais o produto intangível, mas o serviço vinculado ao produto. E é assim que se ganha dinheiro com soft livre: vendendo o serviço agregado ao produto, seja suporte, seja personalização (customização), seja treinamento.

Por ser livre, é possível encontrar uma ampla gama de sistemas operacionais ou distribuições desses sistemas e software para praticamente todas as necessidades. Empresas, principalmente as pequenas que possuem recursos financeiros limitados, podem se livrar dos altos custos de licenças e adotar o soft livre como estratégia de redução de custos.

Além disso, o soft livre e de código aberto permite que o estudante leia seu código fonte (o real bloco de informação que faz um software) e aprenda com ele e se desenvolva enquanto ajuda a desenvolvê-lo. Além do estudante, qualquer pessoa pode fazer isso: conhecer e alterar um software livre. Isso porque essas são duas das garantias fundamentais para que um software seja considerado livre, sendo as outras o direito a usá-lo para qualquer fim e o direito a distribui-lo. Isso permite que o soft livre seja 100% auditado, desde seu código fonte, até seu uso, o que o software de código proprietário não é.

Do ponto de vista do conhecimento, o soft livre é a forma mais benéfica de se espalhar o conhecimento. Tanto é assim que a UNESCO tem um portal dedicado a isso: auxiliar as pessoas que procuram mais informação sobre os movimentos de soft livre a encontrá-las: .

E, voltando ao Brasil e ao governo do Sr. Lula, ele determinou que o Banco do Brasil migrasse suas estrutura para soft livre e de código aberto. Isso já levou a algumas mudanças. A primeira que se pode ver claramente é nos caixas eletrônicos. Ao passar por um caixa eletrônico do Banco do Brasil, olhe para o canto inferior esquerdo do monitor e procure por um pinguin (Tux, o simbolo do Linux) e os dizeres "Terminal Linux". Essa é a sua certeza e garantia de um terminal sem vírus, mais rápido e mais seguro.

Be Free.
Be Linux!

segunda-feira, 15 de março de 2010

Produto inovador com tecnologia alemã!

Então!, estava eu pensando na vida e me esforçando para ter uma grande e genial idéia que pudesse me trazer dinheiro fácil e rápido, mas que também me permitisse oferecer um produto ou serviço de qualidade a um preço acessível a boa parte da população.

Bem, como nada cai do céu, sentei na frente de um computador e fui pesquisar na internet um negócio no qual pudesse investir com baixo risco. Como falo, além do português, inglês e alemão, me enveredei em sites dessas línguas na Alemanha e Inglaterra, na esperança de achar algo que pudesse importar. A idéia não é, claro, nova, pois todo mundo no Brasil sabe que um produto europeu é melhor e vende mais, afinal, é "chique no úrtimo".

No final, achei em um site alemão, o Gross Scheiss Technologie, um produto realmente maravilhoso. É um produto de limpeza que limpa qualquer tipo de superfície, de concreto a pelúcia, com algumas borrifadas. Não é tóxico (só não pode beber, tá, gente?) e depois da limpeza não deixa cheiro.

E é simples de usar: basta aplicar, espalhar igualmente sobre a superfície e deixar agir por 3 horas. Depois é só enxaguar com um pouco de água. Isso tudo junto é a Gross Scheiss Technologie! É uma maravailha!

Eu já entrei em contato com a Gross Scheiss Corp. e já estamos dialogando sobre a importação do produto apra o Brasil. Eles se animaram tanto que enviaram uma caixa cheia de Gross Scheiss para que fosse testado aqui. Quem quiser, só deixar um recado aqui no blog que eu dou o retorno. :)

Gross Scheiss: Gross, aber nicht Stinky!

Abraços,

Antônio Hezir